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Saiba 5 investimentos melhores que a poupança e não perca dinheiro. Você sabia que a poupança é uma das aplicações financeiras mais populares entre os brasileiros, mas também uma das menos rentáveis?

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Se você quer fazer o seu dinheiro render mais, é preciso buscar outras alternativas de investimento, que ofereçam mais rentabilidade, segurança e liquidez. Mas quais são essas alternativas? Quais são os riscos e as vantagens de cada uma delas? Como escolher a melhor opção para o seu perfil e para os seus objetivos financeiros?

Sendo assim, vamos responder a essas perguntas e apresentar 5 investimentos melhores que a poupança, que podem te ajudar a alcançar a sua independência financeira. Então, fique atento e acompanhe até o final.


1- Tesouro Direto: 5 investimentos melhores que a poupança

O Tesouro Direto é um programa do governo federal que possibilita que qualquer indivíduo realize investimentos em títulos públicos por meio da internet. Essa modalidade consiste em emprestar recursos financeiros ao governo, com a contrapartida de receber juros como retorno.

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O Tesouro Direto é considerado um dos investimentos mais seguros do mercado, pois tem a garantia do governo, que é o emissor dos títulos. Além disso, tem uma boa rentabilidade, que varia de acordo com o tipo de título escolhido.

Há três tipos principais de títulos no Tesouro Direto:

  • Tesouro Selic: é um título pós-fixado que segue a variação da taxa Selic.
  • Tesouro Prefixado: é um título prefixado, que tem uma taxa de juros definida no momento da compra.
  • Tesouro IPCA+: é um título híbrido, que tem uma parte prefixada e outra parte atrelada à inflação (IPCA).

O Tesouro Direto tem uma taxa de custódia de 0,25% ao ano, cobrada pela B3, e pode ter incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, conforme a tabela regressiva. Além disso, para investir no Tesouro Direto, é preciso abrir uma conta em uma corretora habilitada e ter uma conta bancária.

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2- CDB: 5 investimentos melhores que a poupança

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um investimento de renda fixa emitido pelos bancos para captar recursos. É como se você emprestasse dinheiro para o banco e recebesse juros em troca.

O CDB tem a vantagem de ter a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que garante até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira em caso de falência do banco. Além disso, tem uma boa rentabilidade, que varia de acordo com o tipo de CDB escolhido.

Existem três tipos principais de CDB:

  • CDB Prefixado: é um CDB que tem uma taxa de juros definida no momento da compra.
  • CDB Pós-Fixado: é um CDB que tem a rentabilidade atrelada a um indicador econômico, geralmente o CDI (Certificado de Depósito Interbancário).
  • CDB Híbrido: é um CDB que tem uma parte prefixada e outra parte atrelada a um índice de inflação, geralmente o IPCA.

O CDB pode ter incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, conforme a tabela regressiva. Para investir em CDB, é preciso abrir uma conta em um banco ou em uma corretora.

3- LCI e LCA

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são investimentos de renda fixa emitidos por bancos para financiar os setores imobiliário e agrícola, respectivamente. É como se você emprestasse dinheiro para o banco e recebesse juros em troca.

A LCI e a LCA têm a vantagem de ter a proteção do FGC, assim como o CDB, e também de ter isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos para pessoas físicas. Além disso, têm uma boa rentabilidade, que varia de acordo com o tipo de LCI ou LCA escolhido.

Existem três tipos principais de LCI e LCA:

  • LCI e LCA Prefixadas: são aquelas que têm uma taxa de juros definida no momento da compra.
  • LCI e LCA Pós-Fixadas: são aquelas que têm a rentabilidade atrelada a um indicador econômico, geralmente o CDI.
  • LCI e LCA Híbridas: são aquelas que têm uma parte prefixada e outra parte atrelada a um índice de inflação, geralmente o IPCA.

A LCI e a LCA podem ter um prazo mínimo de carência, que é o tempo mínimo que você deve deixar o dinheiro aplicado para poder resgatar. Para investir em LCI ou LCA, é preciso abrir uma conta em um banco ou em uma corretora.

4- Fundos de Renda Fixa

Os fundos de renda fixa são investimentos coletivos, que reúnem o dinheiro de vários investidores e aplicam em diversos ativos de renda fixa, como títulos públicos, CDBs, LCIs, LCAs, entre outros. É como se você delegasse a gestão do seu dinheiro para um profissional especializado, que busca a melhor rentabilidade para o fundo.

Existem vários tipos de fundos de renda fixa, alguns exemplos são:

  • Fundos de Renda Fixa Simples: são fundos que investem pelo menos 95% do patrimônio em títulos públicos ou privados de baixo risco.
  • Fundos de Renda Fixa Referenciados: são fundos que investem pelo menos 95% do patrimônio em títulos públicos ou privados atrelados a um indicador econômico, geralmente o CDI.
  • Fundos de Renda Fixa Crédito Privado: são fundos que investem pelo menos 50% do patrimônio em títulos privados emitidos por empresas ou bancos.
  • Fundos de Renda Fixa Inflação: são fundos que investem pelo menos 80% do patrimônio em títulos públicos ou privados atrelados à inflação.

Os fundos de renda fixa têm uma taxa de administração, que é cobrada pelo gestor do fundo, e podem ter uma taxa de performance, que é cobrada quando o fundo supera um determinado índice de referência. Além disso, podem ter incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, conforme a tabela regressiva. Para investir em fundos de renda fixa, é preciso abrir uma conta em uma corretora.

Veja Também: Plataforma Itaú Ion Investimentos

5 Investimentos Melhores que a Poupança
Imagem de Freepik 

5- Fundos Imobiliários

Os fundos imobiliários são investimentos coletivos, que reúnem o dinheiro de vários investidores e aplicam em imóveis ou em títulos relacionados ao setor imobiliário, como CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e LCIs. É como se você fosse dono de uma parte de um imóvel ou de um direito sobre ele, e recebesse uma renda mensal por isso.

Existem vários tipos de fundos imobiliários, que se diferenciam pelo tipo de imóvel, pela estratégia de gestão e pelo público-alvo. Alguns exemplos são:

  • Fundos de Tijolo: são fundos que investem em imóveis físicos, como shoppings, escritórios, galpões, hospitais, entre outros.
  • Fundos de Papel: são fundos que investem em títulos relacionados ao setor imobiliário, como CRIs e LCIs.
  • Fundos de Desenvolvimento: são fundos que investem em projetos imobiliários, como construção, reforma ou incorporação de imóveis.

Os fundos imobiliários têm uma taxa de administração, que é cobrada pelo gestor do fundo, e podem ter uma taxa de performance, que é cobrada quando o fundo supera um determinado índice de referência. Além disso, podem ter incidência de Imposto de Renda sobre o ganho de capital na venda das cotas do fundo, com uma alíquota de 20%. Para investir em fundos imobiliários, é preciso abrir uma conta em uma corretora e negociar as cotas na bolsa de valores.

Conclusão

Por fim, como você pode ver, existem muitas opções de investimentos melhores que a poupança, que oferecem mais rentabilidade, segurança e liquidez. O ideal é que você diversifique a sua carteira de investimentos, podendo ser nesses 5 investimentos melhores que a poupança ou outros, escolhendo os produtos que mais se adequam ao seu perfil e aos seus objetivos financeiros. Mas, lembre-se sempre de fazer a sua própria pesquisa antes de investir e contar com a ajuda de um profissional qualificado se necessário.

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Meu nome é Rodrigo Gomes, e sou o fundador do Ofan, um site dedicado ao mundo das finanças. Através de uma abordagem clara e objetiva, nosso objetivo é fornecer conteúdo de qualidade que seja relevante e útil para nossa audiência. E-mail: [email protected]

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